Uma apresentação na Virus Bulletim Conference por Dmitry Samosseiko, pesquisador da Sophos, descreve como funciona a Partnerka (pronuncia-se Partnyorka), considerada a responsável por boa parte dos spams que recebemos atualmente.
A partnerka é um conjunto de centenas de redes afiliadas e milhares de "webmasters" com o objetivo de lucrar com a venda on-line de falsos relógios, falsos anti-virus, falsos remédios, falsos qualquer coisa que possa dar lucro. Embora o volume de spam continue crescendo, e continuamos recebendo anúncios da Canadian Pharmacy e de falsos "Rolex", a tática agora é o uso de plataforma web 2.0. Os novos alvos dessa rede são blogs, forums e anúncios que geram tráfico em websites.
O artigo segue descrevendo como funciona a rede que espalha o spam da Canadian Pharm (GravMed) e os distribuidores de falsos anti-vírus e falsos codecs de video. A boa notícia é que os lucros na distribuição de falsos anti-vírus e codecs estão diminuindo e veremos uma diminuição nesse tipo de malware.
O artigo original pode ser baixado no seguinte link: http://www.sophos.com/sophos/docs/eng/marketing_material/samosseiko-vb2009-paper.pdf
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terça-feira, 29 de setembro de 2009
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Twitter usado por botnets
Segundo ele, contas do Twitter estão sendo utilizadas para espalhar programas maliciosos, transformando o Twitter em um canal de controle de botnets. A conta "upd4t3" (imediatamente suspensa pelo Twitter) estava enviando uma pequena linha de texto, embaralhado com o algoritmo base64, que apontava para links que faziam o update de malwares no computador infectado. Esse malware aparenta ser da família do trojan Buzus, sendo detectado por apenas 22% dos anti-vírus atualmente.
terça-feira, 28 de julho de 2009
As finanças das botnets
O The Register publicou uma matéria descrevendo como funcionam as finanças das botnets, baseada em um artigo publicado no Kaspersky Lab por Yury Namestnikov.
O artigo inicialmente descreve a evolução das botnets, de um sistema de controle centralizado com apenas um C&C para um sistema distribuído mais sofisticado com controle descentralizado, mais difícil de derrubar.
As principais fontes de renda das botnets são resumidas a seguir:
O artigo inicialmente descreve a evolução das botnets, de um sistema de controle centralizado com apenas um C&C para um sistema distribuído mais sofisticado com controle descentralizado, mais difícil de derrubar.
As principais fontes de renda das botnets são resumidas a seguir:
- Alugar uma botnet para um ataque DDoS custa entre $50 e milhares de dólares por um ataque de 24 horas, dependendo do tamanho e da proteção do site atacado;
- Dados de contas bancárias custam entre $1 e $1.500, dependendo do saldo e de outros fatores. A competição entre os criminosos derrubou os preços mínimos;
- Dados pessoais para criar uma identidade falsa custam entre $5 e $8 nos Estados Unidos e 3 vezes mais na Europa, pois os dados podem ser utilizados em diversos países europeus;
- Fraudadores utilizando phishing scam pagam entre $1.000 e $2.000 por mês para alugar o acesso a uma botnet fast-flux;
- O envio de spam custa entre $70 e $1.000, de acordo com a quantidade de mensagens enviadas (de milhares a dezenas de milhões);
- A manipulação dos mecanismos de busca custa cerca de $300 por mês;
- A instalação de adware nas máquinas pode custar de $0,30 a $1,50 por programa instalado. Na China o preço é bem menor do que nos Estados Unidos.
O método mais efetivo de combate às botnets é a cooperação entre experts de empresas de segurança, provedores e a polícia. Esse método conseguiu fechar 3 empresas (EstDomains, Atrivo e McColo) que hospedavam centros de controle de várias botnets. Apenas o fechamento da McColo conseguiu reduzir em 50% a quantidade de spam circulando na rede. Porém com a mudança dos centros de controle para outros provedores, o nível de spam já voltou ao normal.
Além disso, o papel do usuário final, com medidas de proteção para evitar a infecção, também é ressaltado.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
As 10 principais botnets
A Network World listou as 10 principais botnets atuais, baseadas em uma estimativa pela empresa de segurança Damballa do tamanho e atividade no Estados Unidos. A líder é a Zeus, com 3,6 milhões de PCs comprometidos. A famosa botnet Conficker, com 210 mil PCs comprometidos, está em último nessa lista.
1: Zeus
2: Koobface
3: TidServ
4: Trojan.Fakeavalert
5: TR/Dldr.Agent.JKH
6: Monkif
7: Hamweq
8: Swizzor
9: Gammima
10: Conficker
fonte: http://it.slashdot.org/story/09/07/22/1822224/Americas-10-Most-Wanted-Botnets
1: Zeus
2: Koobface
3: TidServ
4: Trojan.Fakeavalert
5: TR/Dldr.Agent.JKH
6: Monkif
7: Hamweq
8: Swizzor
9: Gammima
10: Conficker
fonte: http://it.slashdot.org/story/09/07/22/1822224/Americas-10-Most-Wanted-Botnets
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Bot transforma smartphone em zumbi
A caixa de Pandora é bem grande...
Bot transforma smartphone em zumbi
James Della Valle, de INFO Online
Sexta-feira, 17 de julho de 2009 - 08h24
SÃO PAULO – Dispositivos móveis com a plataforma Symbian OS correm o risco de serem infectados com o novo spam bot SYMBOS_YXES.B.
A ameaça se comporta como uma aplicação legítima, a ACSServer.exe, também conhecida como Sexy Space. Segundo a Trend Micro, uma vez no controle do aparelho, ela é responsável por roubar dados como identificação do telefone, da rede e estatísticas de uso. Em seguida, o código passa a monitorar a conexão com a web para enviar spam aos cadastrados na lista de contatos.
O material das mensagens vem de website acessado discretamente pelo aparelho, o que caracteriza a formação de uma botnet de smartphones.
A questão é que todos os aplicativos desenvolvidos para o sistema operacional são obrigados a passar pelo processo de certificação da Fundação Symbian, que deve identificar tais ameaças antes que elas cheguem ao mercado.
A única solução encontrada até o momento consiste na atualização do sistema de segurança do aparelho para que ele possa detectar e apagar o YXES.B.
Bot transforma smartphone em zumbi
James Della Valle, de INFO Online
Sexta-feira, 17 de julho de 2009 - 08h24
SÃO PAULO – Dispositivos móveis com a plataforma Symbian OS correm o risco de serem infectados com o novo spam bot SYMBOS_YXES.B.
A ameaça se comporta como uma aplicação legítima, a ACSServer.exe, também conhecida como Sexy Space. Segundo a Trend Micro, uma vez no controle do aparelho, ela é responsável por roubar dados como identificação do telefone, da rede e estatísticas de uso. Em seguida, o código passa a monitorar a conexão com a web para enviar spam aos cadastrados na lista de contatos.
O material das mensagens vem de website acessado discretamente pelo aparelho, o que caracteriza a formação de uma botnet de smartphones.
A questão é que todos os aplicativos desenvolvidos para o sistema operacional são obrigados a passar pelo processo de certificação da Fundação Symbian, que deve identificar tais ameaças antes que elas cheguem ao mercado.
A única solução encontrada até o momento consiste na atualização do sistema de segurança do aparelho para que ele possa detectar e apagar o YXES.B.
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